30.9.09

sobre a minha constante mudança de blogs

algumas pessoas já me questionaram sobre isso. nossa, julia, você não consegue ficar um ano com o mesmo blog! como hoje mesmo du-as pessoas me perguntaram, eu vou explicar a lógica da coisa:
eu comecei nessa vida de blog muito novinha. minha escrita era pífia, meu blog era cheio de gifs piscantes e os layouts eram patéticos. só que... nós vamos evoluindo. cada blog meu é um degrau que eu subi, seja em bom gosto visual ou no meu método de escrever, de me expressar. não consigo continuar com um se eu olho os arquivos e me sinto insatisfeita.
com diário tradicional (papel, caneta) sempre foi a mesma coisa. não conseguia manter porque me irritava olhar as primeiras páginas e não gostar de como eu me expressei, dos assuntos e até mesmo da letra. paranóia minha, eu sei. mas fazer o quê?

(post de categoria irrelevante. só para explicar - até mesmo pras pessoas que já estão cansadas de atualizarem os links - que eu não sou a louca dos blogs. há uma lógica. doida, mas há.)

29.9.09

adolescência fucking clichê

minha vida é um clichê. um grande e irritante clichê, do início até o fim. tenho quase dezoito anos, acho que tenho sempre razão, vivo em crises existenciais, não tenho um bom relacionamento com minha mãe, sou facilmente influenciável por ideais alheios - enquanto meus próprios vagam entre mudar a vida das pessoas com meus livros e ser uma rockstar mundialmente conhecida, sou apaixonada por um dos meus melhores amigos, estou entrando em parafuso por causa do vestibular, preciso arrumar um emprego, passo o dia inteiro na frente do computador, vivo milhares de dias mediocres esperando uma oportunidade de sair do casulo, beber e jogar conversa fora.

minha vida tá em loop, e eu não sei como romper isso.

28.9.09

friends for life

as (poucas) pessoas que lêem esse blog já devem ter percebido que meus posts giram ao redor de poucos temas que eu falo com frequência. um deles, talvez o favorito, são os meus amigos. pelo simples fato de eu adorar falar sobre eles. eles me deixam tão absolutamente à vontade, sem precisar pensar para falar, poder ser eu mesma sem nenhum tipo de repreensão... estamos sempre ali, um por perto do outro (por mais que a distância geográfica tente atrapalhar) seja pra dar risada de coisa boba ou pra dar conselhos sobre coisas difíceis. somos uma família. a brigida me falou esses dias que todos nós somos super grudados e que isso parece completamente natural. é porque, pra gente, é. essa união é tão benéfica e tão necessária que parece que sempre foi assim, desde o início dos tempos. olhamos para trás e estranhamos a época que não éramos amigos. é que pra gente é tão óbvio que nascemos para sermos amigos, que antes parecia ter algo errado. não encaixava, entende?

eu não sei e nem quero saber como seria minha vida sem eles. minha felicidade está completamente ligada àquelas pessoas. porque é... mágico. nunca achei que fosse encontrar tamanha sintonia, tamanha cumplicidade, mas achei. e eles são meus, agora. meus amigos, meus amores, meus anjos, meus irmãos.
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